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Artigos do último trimestre

As operações de manutenção de paz

As operações de manutenção de paz - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

As estatísticas sobre operações de manutenção de paz no mundo são um indicador que interessa acompanhar porque nos dá alguma medida dos progressos ou retrocessos verificados no ambiente de segurança. Das últimas estatísticas disponíveis - referentes a 2016 - o que se retira é um sinal de estabilidade no número e dimensão das intervenções. Foram 62, menos uma do que em 2015, o que não é propriamente um bom indicador. Significa, na prática, que a quase totalidade das crises intervencionadas continua sem solução apesar dos enormes recursos que consomem.


 

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08/10/2017

Guterres, Trump e a Assembleia Geral da ONU

Guterres, Trump e a Assembleia Geral da ONU - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

O que acabará por ser implementado das propostas de Guterres para a reforma das Nações Unidas depende de discussões e negociações demoradas em que vão entrar fatores que pouco ou nada terão a ver com a procura de uma maior eficácia e redução da burocracia, mas o objetivo de tentar conseguir uma maior coerência político-militar na atuação no terreno vale bem o esforço a fazer.


 

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24/09/2017

Potência nuclear e um dos países mais pobres do mundo

Potência nuclear e um dos países mais pobres do mundo - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Pequim tem conseguido fazer passar a imagem de que se opõe ao caminho seguido por Pyongyang e de que não faz mais apenas para evitar o caos na península coreana. Mas que a China nunca resolverá o problema, parece-me cada vez mais evidente. Se tivesse querido, até o poderia ter evitado. Bastava-lhes ter garantido proteção, eventualmente estendendo o seu “guarda-chuva” nuclear ao território norte coreano. Não o fizeram. Preferiram deixar a Coreia do Norte entregue a si própria, sustentando a situação que melhor lhes serve os seus interesses estratégicos de segurança.


 

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12/09/2017

National Security in U.S.: 11 Sept, the turning point

National Security in U.S.: 11 Sept, the turning point - Jornal de Defesa

Maria Cánovas Bilbao


 A propósito dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, um contributo para a continuação da procura de um equilíbrio entre liberdade e segurança.


 

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10/09/2017

EUA. Poderão sair do Afeganistão?

EUA. Poderão sair do Afeganistão? - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Independentemente da ideia de saída do teatro afegão que o atual Presidente dos EUA e o seu antecessor tenham querido fazer passar por motivos políticos, não se espera proximamente qualquer retirada militar dos EUA no Afeganistão.


 

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27/08/2017

Irão. Um conflito em agravamento

Irão. Um conflito em agravamento - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

O compromisso assumido pelo Irão, suspendendo determinadas atividades do seu programa nuclear, obtendo como contrapartida o levantamento de sanções que estavam a afundar a sua economia, não o tem impedido de continuar a estender a sua hegemonia, à custa do caos em que se vive no Médio Oriente e do qual é um dos principais responsáveis. Poderá o abandono unilateral do acordo, por parte dos EUA, corrigir esta situação?


 

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20/08/2017

Síria. mais uma decisão polémica de Trump?

Síria. mais uma decisão polémica de Trump? - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Os que se insurgem contra o fim do programa de ajuda militar aos rebeldes sírios alegam que equivale a uma concessão à Rússia, na medida em que Moscovo sempre o criticou e insistiu para que fosse abandonado. “Enorme erro estratégico”, acrescentam outros.


 

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29/07/2017

Coreia do Norte e EUA em rota de colisão?

Coreia do Norte e EUA em rota de colisão? - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

A opção de uso da força militar no conflito com a Coreia do Norte é um recurso a que os EUA têm tentado, por várias formas, não ter que recorrer. No entanto, à medida que a crise se situa cada vez mais no centro dos interesses primários de segurança dos EUA é provável que a sua prioridade esteja sob revisão permanente. Daí a que esteja eminente vai um passo ainda grande, mas vários analistas concluíram já que os EUA e a Coreia do Norte estão num rumo de colisão, de que começa a ser tarde conseguirem sair.


 

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19/07/2017

Serviço Militar Obrigatório, ainda não?

Serviço Militar Obrigatório, ainda não? - Jornal de Defesa

João Bargão dos Santos


 

Importa valorizar, esclarecer e debater a necessidade de um SMO que, com esta ou outra designação e com duração a definir possa ser uma retaguarda de âmbito fundamentalmente logístico, contribuindo de suporte às diversificadas missões de serviço público cometidas às Forças Armadas e neste âmbito, igualmente libertar os efetivos operacionais para a sua estrita missão.


 

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17/07/2017

Lições de Mosul para as guerras do futuro

Lições de Mosul para as guerras do futuro - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Em Mosul, confirmou-se, mais uma vez, o que se sabia há muito tempo, mas que tem demorado a interiorizar e encarar com medidas concretas. Que o combate urbano é o grande desafio das guerras futuras para as forças terrestres. Implica maior recurso a forças de operações especiais (de difícil e dispendiosa formação) e que as forças regulares tenham qualificações bem mais próximas das exigidas a essas, mesmo apenas para as chamadas operações de ”limpeza”.


 

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09/07/2017

Mosul. Faltará o mais difícil?

Mosul. Faltará o mais difícil? - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

O que as forças da coligação iraquiana estão em vias de conseguir em Mosul é, obviamente, mais uma derrota para o ISIS – esta especialmente importante - mas a estabilidade de que a zona precisa continua a não estar à vista. Para isso, seria fundamental que, ao contrário do que sucedeu há cerca de três anos, o ISIS deixasse de encontrar recetividade entre a população sunita. Espera-se que o que fica da ocupação da cidade pelos jihadistas chegue para contrariar a tese de que se encontravam lá, essencialmente, para os proteger dos xiitas. Mas será preciso também que acabe o sectarismo com que os sunitas têm sido tratados por Bagdade. Só dessa forma os jihadistas perderão a base de apoio que lhes permitiu manterem-se em Mosul por três anos e conservar alguns redutos onde se irão certamente concentrar.


 

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04/07/2017

À procura de uma nova ordem internacional

À procura de uma nova ordem internacional - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

A ordem internacional, em que temos vivido desde o fim da Guerra Fria, está em vias de alteração. Foi um período único, na medida em que os EUA conseguiram manter em simultâneo os papéis de potência global e de líder global - combinando superioridade militar e económica com a capacidade de apontar caminhos - sem contestação aberta de outras potências.


 

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26/06/2017

Yemen - The war the world has forgotten

Yemen - The war the world has forgotten - Jornal de Defesa

Maria Cánovas Bilbao


 

Um contributo para nos fazer lembrar mais um conflito regional que tende a eternizar-se, em especial se não houver um maior envolvimento da comunidade internacional na sua solução.


 

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15/06/2017

Trump e a estratégia europeia

Trump e a estratégia europeia - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Se o que interessa é - como penso que deve ser - salvar a Aliança, da parte dos europeus o mais importante é não dar qualquer pretexto que alimente a corrente de opinião que pensa que a sua manutenção não justifica qualquer esforço do lado americano. Este requisito coloca a Europa perante um novo desafio. A estratégia que precisa de desenvolver como um bloco para ser um participante útil no campo militar deixou de se ser, como era no passado, matéria de convicção de alguns. Agora é matéria de necessidade inadiável de todos.


 

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06/06/2017

A NATO ainda existe

A NATO ainda existe - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

A reunião da NATO do passado dia 25 de maio foi um grande desapontamento; quase uma catástrofe para quem esperava que a situação do relacionamento transatlântico se compusesse. Reunir 27 chefes de estado e de governo para ouvir Trump repetir o que já disse vezes sem conta sobre as despesas dos europeus com a defesa não me parece politicamente aceitável. Muito menos se aos participantes são apenas dados entre dois a quatro minutos para fazerem os seus comentários, o que fez da reunião uma das mais curtas, senão a mais curta, da história da NATO (dizem vários comentadores que acompanham de perto estes encontros).


 

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30/05/2017

Trump na NATO

Trump na NATO - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

A insistência americana para que os europeus passem ao patamar dos 2% do PIB nos gastos com a defesa está a tornar-se um assunto de dia para dia mais sério. Sven Biscop, vai ao ponto de dizer que o destino da NATO está nas mãos dos europeus, dependendo da resposta que a Europa der ao desafio americano. Depende disso, sem dúvida, mas – acrescentaria eu – depende também da forma como os americanos encaram o relacionamento da NATO com a União Europeia e o modo como as duas organizações se devem articular.


 

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22/05/2017

O país mais imprevisível do mundo

O país mais imprevisível do mundo - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Ainda há dias George Friedman desenvolvia uma interpretação do facto de se ter deixado falar da crise norte-coreana. Os EUA estariam envolvidos em negociações secretas para tentar encontrar um desfecho diferente do uso da força para pôr termo a uma situação com que não aceitam conviver – uma Coreia do Norte nuclear. Mas, na linha do que é habitual, a Coreia demonstra mais uma vez que previsibilidade é algo com que não se pode contar da sua parte.


 

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14/05/2017

Há uma nova estratégia dos EUA para a Síria?

Há uma nova estratégia dos EUA para a Síria? - Jornal de Defesa

Alexandre Reis Rodrigues


 

Com a decisão de atacar uma base síria, Trump ganha, sobretudo, na frente interna. Obtêm o apoio de republicanos e democratas que nunca se mostraram conformados com a inação do seu antecessor. Retira espaço político aos que têm insinuado que estaria refém de entendimentos com o regime russo, feitos por membros do seu círculo próximo ainda na campanha eleitoral e de uma forma que tentou escapar ao escrutínio político. Mas corre também riscos. O de tornar mais difícil o relacionamento com a Rússia e o de desapontar a corrente de opinião que está à espera que o ataque seja o sinal de uma nova estratégia que recupere a liderança regional, perdida para a Rússia.


 

 

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10/04/2017